terça-feira, 14 de outubro de 2014

Igreja Católica anuncia possível apoio ao Movimento LGBT e ao Divórcio

Por Ana Chagas

Foi noticiado hoje que a igreja Católica Romana anuncia um texto, que embora não seja totalmente definitivo, em que apoia o divórcio e a homossexualidade.

Cada vez mais vejo a Igreja que diz ainda ser apostólica (ou seja, firmada sobre o fundamento dos ensinos apostólicos) se distanciar dos preceitos divinos em detrimento de "agradar a gregos e troianos".

Nem a igreja Protestante nem a igreja católica romana são detentoras da salvação. A salvação está em Cristo, não na Instituição. Porém, enquanto instituição cristã, precisamos ser um referencial cristão para o mundo. Quando a instituição que deveria defender os valores cristãos recebidos através das Escrituras sendo testemunhas genuínas de Cristo na terra se desvia da verdade, é neste momento que ela deve rever sua postura diante do mundo e principalmente diante de Deus.

Mesmo que o texto divulgado ainda não seja definitivo (como eles mesmo afirmam), o fato de afirmar que irá respeitá-los em suas práticas e recebê-los na comunhão, mesmo que continuem vivendo maritalmente; isto se configura em consentir, e isto é muito sério.

Desde a Reforma, Lutero, o qual não intencionava um racha, mas buscava e desejava que houvesse arrependimento por parte da igreja e sua urgente volta às Escrituras, chamou a atenção da mesma às verdades bíblicas que estavam em contraste com a sua práxis.
Esta atitude de hoje por parte da igreja católica romana me mostra mais um pico deste desvio. Ela está cedendo cada vez mais aos gritos do sistema corrompido pelo pecado, sistema que dita uma forma de viver cada vez mais vergonhosa; sistema com o qual convivemos em nosso século.

Fé não se negocia. A verdade da Palavra não se negocia. Deus é digno de nossa firmeza bíblica e doutrinária. Não podemos ser camaleões. O cristão tem que permanecer com seus fundamentos bíblicos bem definidos diante da grande pressão que sofre por parte de uma sociedade depravada e hedonista, onde mais vale o prazer pelo prazer, e a obediência à Verdade de Deus é desprezada.

VEJA O QUE DIZ UM TRECHO DA NOTÍCIA:

"O relatório não contesta o longo histórico de oposição da Igreja ao casamento entre pessoas do mesmo sexo, mas alguns grupos de direitos homossexuais consideram as declarações como um avanço.
Grupos conservadores, no entanto, rejeitaram o relatório, considerado por um deles "uma traição".
Mais de 200 bispos estão participando do sínodo desde o dia 5 de outubro. O encontro foi convocado pelo papa Francisco para debater aborto, contracepção, homossexualidade e divórcio.
O papa Francisco disse aos jornalistas após a Jornada Mundial da Juventude no Rio de Janeiro no ano passado: "Se uma pessoa busca a Deus e tem boa vontade, quem sou eu para julgar?".
Ele é o primeiro pontífice a usar a palavra "gay" em público ao invés de "homossexual".
Seu antecessor, o papa Bento 16, se referiu aos relacionamentos homossexuais como "intrinsecamente desordenados" em um documento do Vaticano escrito em 1986 - quando ele era o principal assessor do papa João Paulo 2º." (FONTE: BBC Brasil


 "A igreja continua a condenar a homossexualidade, mas o texto refere que há aspectos valorizáveis nas uniões civis e na coabitação. É uma grande diferença em relação à posição até agora oficial da igreja, em que se considera que estes casais vivem "em pecado".

Até as uniões gay podem ter qualidades valorizáveis, ainda que o documento refira que estas não podem ser colocadas no mesmo plano que os casamentos heterossexuais. "A Igreja volta-se respeitosamente para aqueles que, de forma imperfeita e incompleta, querem fazer parte da sua vida, apreciando os valores positivos que aportam em vez de [se centrar] nas suas limitações e imperfeições", diz o texto que é ainda provisório.


Mas para além da questão dos homossexuais na Igreja, uma das questões mais polêmicas a discutir no sínodo prende-se com a possibilidade de os divorciados poderem ou não vir a ter o sacramento da comunhão, sem que o seu casamento seja anulado pela Igreja - o que raramente ocorre. O documento reconhece que os bispos estão divididos sobre este assunto, e deixa a questão em aberto, para ser debatida.

Ainda que provisório, o texto foi imediatamente criticado por setores mais conservadores. "Os que controlam o sínodo traíram os católicos no mundo todo", disse à Reuters John Smeaton, fundador do grupo conservador Voice of the Family, para quem este é "um dos piores documentos oficiais redigidos na história da Igreja".
O relatório vai agora ser discutido, e só depois do fim do sínodo será divulgada uma versão definitva, que será discutida em todo o mundo, durante o ano que vem. Em Outubro de 2015 haverá um novo sínodo em Roma, onde haverá uma nova discussão, e no final de todo este processo será a vez do Papa Francisco indicar o caminho a seguir, em termos de doutrina"(FONTE: Público)


Porém Jesus afirma claramente:

"Quem não é comigo é contra mim; e quem comigo não ajunta, espalha." (Mateus 12:3). 
Para Jesus não existe meio termo. Não existe servir a Deus de forma incompleta. Ou serve ou não serve.

É o que a Bíblia diz:


"Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de odiar um e amar o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e a Mamom." (Mateus 6:24)

E qual é a riqueza de quem peca e não quer abrir mão do seu pecado porque lhe dá prazer? Claro que sua riqueza é o seu próprio pecado!



"Não sabeis vós que a quem vos apresentardes por servos para lhe obedecer, sois servos daquele a quem obedeceis, ou do pecado para a morte, ou da obediência para a justiça?" (Romanos 6:16).
 

Quando passamos a afirmar que servimos a Deus, nossas obras não podem de forma alguma permanecer como antes. É necessário o abandono das antigas práticas. Pois Deus quer que andemos em noividade de vida:


“Mortificai, pois, os vossos membros, que estão sobre a terra: a fornicação, a impureza, o afeição desordenada, a vil concupiscência, e a avareza, que é idolatria; Pelas quais coisas vem a ira de Deus sobre os filhos da desobediência; Nas quais, também, em outro tempo andastes, quando vivíeis nelas. Mas agora, despojai-vos também de tudo: da ira, da cólera, da malícia, da maledicência, das palavras torpes da vossa boca.” (Colossenses 3:5-8)
 


Estas práticas são abomináveis aos olhos do Senhor, e, portanto, não podem ser apoiadas por aqueles que dizem testemunhar de Cristo na terra. 


 Vejamos o que as Escrituras nos ensinam sobre a questão do divórcio:

DEUS ODEIA O DIVÓRCIO:


“Porque o Senhor, o Deus de Israel diz que odeia o repúdio, e aquele que encobre a violência com a sua roupa, diz o Senhor dos Exércitos; portanto guardai-vos em vosso espírito, e não sejais desleais.” (Malaquias 2:16).

“Então chegaram ao pé dele os fariseus, tentando-o, e dizendo-lhe: É lícito ao homem repudiar sua mulher por qualquer motivo?
Ele, porém, respondendo, disse-lhes: Não tendes lido que aquele que os fez no princípio macho e fêmea os fez,
E disse: Portanto, deixará o homem pai e mãe, e se unirá a sua mulher, e serão dois numa só carne?
Assim não são mais dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem.
Disseram-lhe eles: Então, por que mandou Moisés dar-lhe carta de divórcio, e repudiá-la?
Disse-lhes ele: Moisés, por causa da dureza dos vossos corações, vos permitiu repudiar vossas mulheres; mas ao princípio não foi assim.
Eu vos digo, porém, que qualquer que repudiar sua mulher, não sendo por causa de fornicação, e casar com outra, comete adultério; e o que casar com a repudiada também comete adultério.” (Mateus 19:3-9).

“Também foi dito: Qualquer que deixar sua mulher, dê-lhe carta de divórcio. Eu, porém, vos digo que qualquer que repudiar sua mulher, a não ser por causa de fornicação, faz que ela cometa adultério, e qualquer que casar com a repudiada comete adultério.” (Mateus 5:31-32).

DEUS ABOMINA A HOMOSSEXUALIDADE, BEM COMO AS DEMAIS FORMAS DE PECADO:
 

“E criou Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou.
E Deus os abençoou,” (Gênesis 1:27-28)


"Com homem não te deitarás, como se fosse mulher; abominação é;" (Levítico 18:22)

"Quando também um homem se deitar com outro homem, como com mulher, ambos fizeram abominação; certamente morrerão; o seu sangue será sobre eles." (Levítico 20:13).


"Porque do céu se manifesta a ira de Deus sobre toda a impiedade e injustiça dos homens, que detêm a verdade em injustiça.
Porquanto o que de Deus se pode conhecer neles se manifesta, porque Deus lho manifestou.
Porque as suas coisas invisíveis, desde a criação do mundo, tanto o seu eterno poder, como a sua divindade, se entendem, e claramente se vêem pelas coisas que estão criadas, para que eles fiquem inescusáveis;
Porquanto, tendo conhecido a Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças, antes em seus discursos se desvaneceram, e o seu coração insensato se obscureceu.
Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos.
E mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível, e de aves, e de quadrúpedes, e de répteis.
Por isso também Deus os entregou às concupiscências (*desejo desenfreado e torpe) de seus corações, à imundícia, para desonrarem seus corpos entre si;
Pois mudaram a verdade de Deus em mentira, e honraram e serviram mais a criatura do que o Criador, que é bendito eternamente. Amém.
Por isso Deus os abandonou às paixões infames. Porque até as suas mulheres mudaram o uso natural, no contrário à natureza.
E, semelhantemente, também os homens, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para com os outros, homens com homens, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a recompensa que convinha ao seu erro.
E, como eles não se importaram de ter conhecimento de Deus, assim Deus os entregou a um sentimento perverso, para fazerem coisas que não convêm;
Estando cheios de toda a iniqüidade, fornicação, malícia, avareza, maldade; cheios de inveja, homicídio, contenda, engano, malignidade;
Sendo murmuradores, detratores, aborrecedores de Deus, injuriadores, soberbos, presunçosos, inventores de males, desobedientes aos pais e às mães;
Néscios, infiéis nos contratos, sem afeição natural, irreconciliáveis, sem misericórdia;
Os quais, conhecendo o juízo de Deus (que são dignos de morte os que tais coisas praticam), não somente as fazem, mas também consentem aos que as fazem." (Romanos 1:18-32). (*Grifo meu).


O convite de Deus está, pois, lançado há tempos, desde a Reforma, para que a Igreja Católica Romana se arrependa e volte às Escrituras e a sua autoridade. A Bíblia é Suprema.


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